os dias têm nomes, a saudade também. as dores, nem se fala. na quinta-feira 12, esqueceu de esquecer. fora alçado ao bálsamo do saber. do sentimento ensejado pelo nascer eldorado do que não criou asas: a causa. o que não se pôs à lona, surge à tona. da lama ao rio. do mantra ao frio. nocauteado, assim mesmo, tonto e febril. perfeitamente sadio para suportar as demandas evitadas. vício algum o levará daqui. remorsos remotos, antes distantes, a um palmo do curto pavio davam nos brios. antes biológico que antibiótico. rádio testando, rivo uno, duno, trio. nota: não confundir a terapia acidentada aos espasmos seculares. a célula da questão encontra-se dividida em traumas ilegíveis. hereditariedade prontamente negada pelos familiares. a receita garranchada generaliza: trate de ser homem com tratamento homeopático. “você tentou sorrir?”. na fila do abate, o que ousas dizer o réu ferido ao referido caso abatido? fala o que se cala no re-verso do universo abrangente do ser. pirata da prata de quem fora. não mais. doses sociopatas. duas a cada dia. uma de manhã. outra de noite – se ela chegar.
Dr. Sergio Loureiro
CRM 123451000